Bem vindos ao novo endereço
Posted on May 14, 2008, under Uncategorized.
Bom pessoal depois de muito pensar (que nada decidi em duas horas), resolvi registrar o domínio e mudar de casa.
O wordpress.com foi uma boa, mas ele é limitado em termos de recursos e não te oferece todo o poder do Wordpress, então, aqui estamos com um novo visual e hospedando no VPS do projeto Shopcerto (qualquer dia desses falo sobre o projeto).
Espero escrever mais, e escrever bem, tenho lido os posts anteriores e ainda tem muito a caminhar.
Firefox 3?
Ao que parece o pessoal do Ubuntu estavam certo em colocar o Firefox 3 nesta ultima versão da distro. Pela noticia no blog do del.icio.us, uma das minhas extensões preferidas, a Delicious Bookmarks já tem uma versão para o Firefox 3. Fico feliz que isso tenha acontecido rapidamente, poucos dias após o lançamento do Ubuntu, com certeza é um incentivo a quem não vive sem suas extensões a migrar logo.
Em um post anterior falei sobre minha tentativa usar o Ubuntu 8.04, na época ainda beta. Um dos problemas que apontei foi a imatura decisão de colocar o Firefox 3 (beta) na distribuição final do Ubuntu. Mesmo após a novidade do del.icio.us, continuo achando que para uma distro que pretende ser a queridinha dos desktops, a decisão de colocar um software ainda em versão de teste, não é das melhores já tomadas pela equipe do Ubuntu.
Não que o Firefox seja o rei da estabilidade em qualquer uma de suas versões, longe disso, agora esse tipo de decisão e que diferencia distros como Red Hat e Debian do Ubuntu, estou aqui a usar o Debian em sua ultima versão, e ainda não vejo no gedit suas novas funcionalidades, como a de temas para as cores, que já estão presentes no Ubuntu dês da versão anterior.
Isso é ruim? O Debian perde pontos com os usuários por isso? Com certeza, pelo menos com parte dos usuários, mas não com maioria. Porque o sistema tem uma resposta para isso: estabilidade. Escutei algo interessante no finalzinho da competição da arena: “… de fato o Ubuntu é feito para usuário leigos, até travar o Linux eles conseguiram fazer…”, não me lembro mais quem foi que disse, mas estava certo, de que adianta levar o desktop Linux até os usuários se não estamos levando justamente aquilo que sempre pregamos: Linux é confiável e estável!
Talvez minha opinião esteja errada, afinal o Ubuntu já vai para mais de 4 anos de vida, e é um sucesso tremendo, e depois usuários de Windows estavam acostumados com mais travadas do que estão vendo no Ubuntu, então está valendo não é mesmo? Mas eu sinceramente, preferia ver os usuários de desktop chegando ainda mais tarde, mas pegando a casa mais em ordem ![]()
Usando pendrives e teclados usb no N800
Posted on April 23, 2008, under N800, Sem-categoria.
A primeira coisa que perguntei ao pessoal do INdT quando vi o N800 foi: “É possível ligar algum aparelho USB nele? Como um impressora por exemplo?”.
Eu sempre fui louco por aparelho móvel que tivesse tal funcionalidade, sempre achei que era uma questão de pequenos ajuste para que isso funcionasse. O pessoal do INdT disse que era possível, mas que era necessário usar um adaptador especial que fornecesse energia, porque o N800 por padrão não fornecesse energia pela porta USB.
Ontem procurando na internet os esquema para esse adaptador, disposto a construir um, eis que encontro uma solução melhor para o problema, o USBControler, nas palavras do desenvolvedor do software: “Even Ars technica went the hard way of soldering a cable. This is not the way to do it my friends. On a computer-like device, the way is to ’solder software’, not hardware.”.
Por sorte eu tenho o adaptador que ele especifica, um plug usb fêmea-fêmea, baixei e instalei a ultima versão do USBControler (baixem a ultima versão, nas versões anteriores é necessário reiniciar o aparelho para alternar entre os modos USB Hots e USB OTG). Meus testes foram:
- Teclado USB padrão: Funcionou sem problemas, o mais interessante é que o Maemo identifica que existe um teclado externo e não abre o teclado de tela, coisa simples, mas demostram o quando a plataforma esta bem elaborada;
- Pendrivers: Dois pendrivers: o primeiro foi um de 512MB que a Nokia nos deu na arena, o segundo um Kigston de 2GB, os dois funcionaram sem problemas, e assim como em um pc, ele os identificou, montou e abriu o gerenciador de arquivos;
- Palm Tugsten T5: Esse era esperado que funcionasse, pois esse palm vem com software de emulação de drivers que o torna um leitor de cartões SD, ou seja funcionou como os pendrivers;
- Modem YISO USB: Esse não funcionou, no pc normalmente tenho que carregar um modulo usb para que ele funcione, mas como eu não desisto nunca, ainda vou achar como compilar ou colocar esse drive no N800.
Resultado: É perfeitamente possível que se possa ligar qualquer periférico USB no N800, pois meus teste foram em dispositivos usb que precisam de fornecimento de energia, e funcionaram, coisas como impressoras, que tem sua própria fonte de energia devem funcionar com facilidade, a questão toda esta nos drivers, o N800 é um aparelho muito bom, mais ainda sim é móvel, ou seja tem limites de memória e espaço de armazenamento, por isso algumas coisas foram deixadas de fora do kernel padrão. O que não é de toda um problema, sendo ele um Linux com um processador suportado por GCC, não há limites para o que possa ser portado e feito com ele.
Surpresas com o Fedora 8
Tenho uma mania de instalar distro em versões betas, e me decepcionar com elas, e quando me decepciono mudo de distro e taxo a antiga como ruim.
Isso aconteceu a algum tempo quando usava Fedora Core 7 e resolvi testa ainda em versão de desenvolvimento o Fedora Core 8, tive uma surpresa, o sistema estava incrivelmente ruim, instável e visualmente mau acabado (mas claro cara pálida! era beta não é mesmo?). Nesta época voltei ao Ubuntu e fiquei nele ate a agora na versão 7.10.
Mas de novo repeti o mesmo que fiz com o Fedora, simplesmente não gostei do Ubuntu 8.04, minha primeira birra é com o Firefox 3, não era hora, não era hora mesmo de colocar ele em uma versão final de distro. Depois fiquei puto com a quantidade de problemas que ele me deu dentro da Arena, primeiro eram travamentos sem menor sentido no meio de codificações em gedit. Depois foi um problema que me impediu de assistir alguns screencasts em ogg. Depois fui instalar o SDK do maemo e tive uma serie de problemas com dependências mau resolvidas. Em fim não foi ele quem me ajudou a ganhar a arena, disso eu tenho certeza. Eu sei que ele ainda é beta, mas sei que eles não vão colocar o Firefox 2 na versão final, e só por isso já fico com o pé atrás quanto a qualidade final.
Como solução aos problemas fui atrás de um amigo do Fedora, resolvi dar uma nova chance ao bicho. Depois de alguns problemas com o dvd de instalação, chamaram um engenheiro Fedora para resolver o problema (quando lembra o nome dele atualizo aqui), ele executou alguns teste, como o de memória e de mídia, mas não encontrou o problema, percebi que era no carregamento do drive pcmcia, mas ele não disse nada. Fim das contas ele pegou um Live, e esse sim, foi instalado sem problemas.
Estou realmente encantado com o Fedora 8, um estabilidade do cão, o sistema parece estar muito mais rápido do que o Ubuntu, e o acabamento visual é inigualável. O Firefox não trava a mais de dois dias, e consegui instalar o SDK do maemo sem problemas.
Mas dessa vez não vou repetir o erro de antes, vou esperar sair uma versão final do Ubuntu 8.04 e dar uma chance ao bichinho também, vai que tenho novas surpresas.
Testando o Ubuntu Hardy 8.04
Semana passada voltei a utilizar o Linux em tempo integral, devido alguns problemas de sinal com a placa da vivo estava usando Windows por um tempo. Depois que instalaram a ADLS voltei ao bom e velho Ubuntu, mas o meu já estava pedindo uma formatação, desde da compra do notebook, tinha feito uma única instalação do Ubuntu, na época o Ubuntu 6.10, depois foram só atualizações para chegar ate a versão 7.10.
Resolvi instalar a versão de teste do Ubuntu Hardy 8.04, a principio um pequeno bug na instalação: o Ubuntu agora exibe um menu logo no boot que permite escolher a linguagem na qual ele carregara o sistema, escolhendo Português, na hora de instalar ele não passa da tela de escolha do teclado, fica reiniciando o X, no meu caso escolhendo inglês durante o boot resolveu o problema.
O mais chato por enquanto tem sido um bug na tela de login do GDM, alias bug que já vinha acontecendo no 7.10, a fonte da caixa de login fica gigantesca coisa de 100 pontos, não da para ler o que se escreve nela, mas não chega ser um bug que atrapalhe, só deixa feio mesmo.
Outra mancada na bola ao meu ver é a imatura escolha do Firefox 3, não consigo enxergar nenhuma vantagem em colocar uma versão ainda em desenvolvimento no pacote. Ele ainda é incompatível com a maior partes das extensões, não é nem um pouco estável, em fim poderiam muito bem ter esperado e depois lançado como pacote de atualização, não tive duvida deixei o bichinho de lado e baixei o 2.
Fora estes pontos há uma serie de coisas bem legais na nova versão:
Ele conseguiu fazer funcionar as teclas de controle de brilho e áudio do notebook, coisa que eu tinha gasto horas para fazer funcionar no 7.10, e não só as teclas de brilho e áudio mais também as de multimídia funcionaram.
O controle de wireless parece mais estável também, com menos problemas de identificação com o Acess Point, na versão 7.10 vire e mexe eu estava tendo que redigitar a senhas. Uma pergunta pra quem souber, como posso limpar os perfis de rede wireless no Ubuntu?
Minha placa de som finalmente foi detectada sem problemas, dês da primeira instalação do Ubuntu mesmo no meu antigo Desktop eu sempre tive que adicionar algumas linhas no arquivo de configuração do alsa, felizmente dessa vez nada foi necessário.
Me decepcionei um pouco em não conseguir rodar o VMware player, precisava dele para pegar algumas coisas que estavam na máquina virtual do Ubuntu que usava no Windows, depois precisava dele pra levantar o Windows e testar o SDK de desenvolvimento para Symbian, acabei por instalar o VirtualBox que funcionou perfeitamente (com exceção do problema de USB que já acontecia no 7.10). Acredito que para instalar o VMware é só uma questão de compilar alguns drivers para o Kernel, mas não estava de tempo nem paciência para isso.
No fim das contas o sistema não é la grande mudança em relação ao 7.10, mas tem uma serie de refinamentos por baixo do capu de promoveu uma melhora principalmente em performasse como em todas as ultimas versões do Ubuntu, agora é ir atualizando (e bota atualizando nisso, todo dia pela manhã são na média de 150MB de atualizações) e esperar mais estabilidade e a versão final.
dica: Tive um problema com vídeo no Skype, a máquina travou completamente, a solução e desabilitar os recursos avançados de vídeo. Vá em Sistema -> Preferencia -> Aparência, na ultima aba “Efeitos Visuais” escolha nenhum e mande aplicar, depois que termina o vídeo e só voltar lá e habilitar os efeitos novamente.
Classificado para Arena
Posted on April 12, 2008, under Desenvolvimento, fisl.
Com muito esforço e algumas horas de estudo consegui passar na fase Registration da Arena de Programação do fisl 9.0. Depois de horas relembrando o que eu já sabia e aprendendo várias coisas novas consegui resolver o terceiro problema em C.
Pelas notícias, acredito que a maior parte dos desafios vão ser em Python e alguma coisa em Symbian C++, eu sou fã do desenvolvimento em C++ e Python, mas nunca peguei firme em aprender nenhuma das duas, sei a syntax, aprendi o duro conceito de ponteiros, mas nunca coloquei em pratica nada que possa me orgulhar em ter feito. Agora as vésperas do evento (faltam apenas 5 dias), vou ter que puxar no final semana, e juntamente com o projeto em Rails vou ter que tirar tempo pra estudar Python e C++, pelo menos relembrar o que já conhecia e perder algumas horas com o Forum da Nokia.
Já as espectativas, são boas, pelo que eu já vi no wiki em português, o desenvolvimento em Symbiam C++ chega a ser mais interessante que o de Python, mas já esbarrei no primeiro empecilho: o ambiente disponível oficialmente é para Windows, vou ter que correr atrás de uma alternativa para o Linux. Outra questão que promete é possibilidade de rodar Ruby no Symbian.
Pelo visto o céu é o limite em se tratando de Symbian, já arrisco em dizer que um porte de Lua (minha linguagem predileta) poderia ser arranjado com uma certa facilidade, afinal ninguém merece trabalhar com Java não é mesmo. ![]()
Desenvolvendo Rails em Windows
Posted on April 10, 2008, under Desenvolvimento, Ruby/Rails, ubuntu.
Tenho visto em vários lugares as pessoas falando sobre os problemas de desenvolver Rails em Windows, agora que o Rails passou para repositório em Git nem se fala. Um dos principais lugares onde escutei isso foi no Rails Podcast Brasil, mais especificamente no episódio 12.
Os principais problemas apontados pelo pessoal no desenvolvimento são:
- Instalação de gems: Principalmente as gems que dependem de compilação;
- Limitações do shell: É de longa data que desenvolvedores tem problema com Windows por conta do “DOS” embutido nele, nunca foi um shell muito versátil, e se comparado com bash, a coisa ficar ainda pior;
- O git é muito limitado: Ao que parece o git realmente dominou as mentes dos desenvolvedores Rails, o que é bom, mas para quem trabalha com Windows a história parece ser outra, é possível ter ele rodando através de duas opções Cygwin ou Mysgit, eu pessoalmente não gosto de nenhuma das duas soluções, o Cygwin é bom mais é limitado e confuso, o Mysgit sofre do problema anterior.
Minha solução predileta é o uso de uma máquina virtual, pessoalmente eu utilizo VMware Player com Ubuntu Server, é possível utilizar qualquer outra VirtualBox ou Qemu são exemplos, ao meu ver o VMware é o mais fácil de configurar, inclusive já tento várias máquinas virtuais prontas pra baixar. O VirtualBox tem algums problemas de configuração da placa de rede, e o Qemu, mesmo usando kqemu nunca obtive uma qualidade que pudesse se comparar rodando no VMware.
Sei que a solução de virtualização não é para todos, existe muito problemas de performance, principalmente com máquinas com pouco ram. No meu caso tenho um notebook com 1GB de Ram é um processador de 1.83 core 2, a máquina virtual roda sem atrapalhar outras aplicações, claro que não é possível jogar ao mesmo tempo que estou com Firefox aberto e a máquina virtual, inclusive o grande vilão em se tratando de memória tem sido o Firefox. Mas já detectei momentos em que não estava utilizando a máquina virtual e uso de memória do VMware desceu a 29MB, sendo a máquina configurada com 256MB.
Existe diversas formas de se configurar a máquina virtual para trabalhar com Rails, segue os passos de uma configuração simples:
- Baixe o VMware Player;
- Baixe a máquina virtual com o Ubuntu Server já instalado;
- Baixe o putty;
- Baixe o TrayTask que vai esconder sua máquina virtual na barra do relógio [opcional];
- Rode a máquina virtual, log com o usuário notroot e a senha thoughtpolice;
- Verifique o ip da máquina virtual com um ifconfig;
- Agora já é possível acessar a máquina usando o putty;
- De uma olhada neste Howto é veja como configurar o samba no Ubuntu para facilitar o acesso aos arquivos da máquina virtual;
Existem n opções para o roteiro, desde de variação no acesso os arquivos usando servidor de ftp ou o winscp, e mesmo a opção de utilizar o Xming que permite abrir janelas dos programas rodando na máquina virtual como se fosse aplicativos nativos do Windows. E no caso do Putty pode se configurar chaves que permitam logar sem a senha na sua máquina virtual.
A instalação do Rails é fácil quando se esta no Ubuntu, podemos instalar todos os pacotes através do apt ou instalar o Ruby por apt, o gem atrás de tar.gz e depois instalar os gems como se faz normalmente. Existe diversas formulas na internet de como fazer a instalação do Rails no Linux.
Eu pessoalmente acho a solução razoável, visto que a melhor solução é de fato migrar pra Linux. Mas para quem não tem esta opção por um motivo ou outro, fica a dica. Se bem configurado e usando as ferramentas certas é possível trabalhar com total conforto de um ambiente POSIX sem perder as “vantagens” do Windows.
Qual o mais legal?
Posted on March 22, 2008, under Desenvolvimento, Ruby/Rails, Symfony.
Hoje li sobre o nova versão do Zendo Framework, uma das coisas que me chamou atenção foi a nova cara do site, eu conheci as outras versões do site e sempre gostei do trabalho que eles fazem por lá.
Ai me veio uma pergunta: qual dos sites de framework é mais legal? Não que isso faça a menor diferença na qualidade dos frameworks (sem flamers pessoal), mas mesmo assim a pergunta pairava. Eu listo a baixo os frameworks que já utilizei ou utilizo, existem muitos outros, deixe nos comentários qual o seu site preferido:
Por mais que eu goste de trabalhar com o Ruby on Rails, e de por um tempo ter considerado o site do Rails um dos mais legais que conhecia, hoje o site do Zend me salta aos olhos, verdadeira obra prima.
Abrindo link em nova aba no Safari

Neste processo de migração do Linux para Mac uma coisa que me incomoda no Safari e que não existe uma maneira de definir que por padrão links que deveriam abrir em uma nova janela, passem a abrir em uma nova aba.
Procurando um pouco achei esse link que indica dois plugins que podem modificar esse comportamento. O primeiro deles é o Saft, que parece ser o mais completo, mas tem um custo de US $12,00 que não estou dispondo no momento.
O segundo é o SafariStand, que é mais simples, mas é freeware, ou donationware como dizem no site. Entre outro recursos interessantes ele adiciona o comportamento de abrir um link em uma aba. Uma outra coisa interessante desse plugin é que ele utiliza uma “extensão” para Mac OS X, o SIMBL, que ao que parece não tem uma licença definida, mas tem seu código fonte disponível. O SIMBL é uma espécie de hack para aplicações Cocoa que permite definir quando um plugin deve ou não ser carregado, e a maneira com que esse plugin deve ser carregado.
obs: para o screenshot que ilustra o post utilizei esta dica.
Aonde está a inovação?
Posted on February 23, 2008, under Desenvolvimento.
Outro dia via severa criticas aos filmes e a produção de seriados, a critica era bem especifica, e falava sobre erros e exageros tecnológicos encontrado nos filmes de hoje.
É impossível não concorda sobre a questão dos erros, mas espere um minuto! Desde de quanto eles não produzem filmes com erros de gravação? Hoje os blogueiros e sites relacionados a informática, observam isso porque esta relacionado a área deles, ver um computador com sinais de desligado, sendo utilizado com um computador ligado é um erro grotesco, mais ainda sim é um erro como outro qualquer, e que para maioria passa despercebido.
Mas o que me incomoda e ver gente falando mau dos exageros, e desde de quanto a gente não quer ver isso em filmes? Um super computador em uma caneta, um sistema de imersão virtual controlado pelo celular, mundo fictícios controlados por computadores que nos usam como pilhas. Isto não são erros, e a pura imaginação, é esta imaginação que nos trouxe tanta tecnologia, esta imaginação que faz o homens terem sonhos e vontades.
Pensando assim, me vem um pergunta: aonde esta a inovação da web de hoje? Uma vez li uma entrevista na revista Veja, que falava sobre o avanço do mundo sobre a interação do usuário com o computador, não vou conseguir lembrar quem foi o entrevistado, mas se alguém souber, indique e eu modifico o texto. Ele falava entre outras coisas que dificilmente vamos conseguir sair dos ícones, pois nos acostumamos a enxergar o computador assim, e ainda pior, que dificilmente vamos conseguir sair da ideia de disco ou espaços de armazenamento e arquivos, porque foi assim que o primeiro inventou, depois disso nos acomodamos sobre o fato e não conseguimos nos livrar disso para criar novas tecnologias.
Outro exemplo que ele citou foi o motor a combustão, a quantos anos criamos esse tipo de motor? Até hoje não conseguimos inovar nesse âmbito, não digo nem pela questão do combustível, falo pela questão do tipo do motor, todos usam o principio da manivela, do pistão dentre outras características, mesmo os motores a combustível alternativo são motores que tem por função girar e depois movimentar as rodas, cade a real inovação? Não desmereço quem inventou diversos tipos de tecnologia nesse meio, estão certos e de parabéns pelo que fizeram, mas me desculpe, não tem inovação nisso.
O mesmo tem acontecido a web, não existe inovação, o que vemos são aglomerados de tecnologias se junto umas as outras, as vezes de forma mais organizada, as vezes de forma gambiarrada, mas ao meu ver não ha nada de inovação nisso. Temos mais de uma década de html, e queremos dizer que AJAX e tantas outras letrinhas são inovações?
Desde da epoca em que eu comecei a trabalhar com computadores eu penso que precisamos de alguma coisa que substitua o html, que substitua o browser e sua maneira arcaica de juntar tecnologias. Eu ainda não tenhoa solução para essa questão, mas não tem um dia sequer que eu não pense em quanto ainda podemos inovar no ramo de informática e principalmente no ramo de internet.





